Exportação de Móveis em recuperação
Mesmo com o real valorizado em relação ao dólar, as vendas externas de móveis continuam apresentando melhora.
As vendas externas de móveis
brasileiros nos primeiros cinco meses do ano somaram US$390.980.287, uma
variação de 5,6% ante mesmo período do ano passado.
O Brasil vendeu para os
Estados Unidos no período US$ 105.572.469 em móveis, queda de -14,9%, em
relação ao período anterior, apesar da baixa, o Brasil vendeu vinte e dois milhões
a mais para os estadunidenses, se comparado ao mês anterior.
A Argentina comprou o equivalente a US$ 27.443.530 em maio, variação de 12%, uma venda de sete milhões a mais em relação ao período anterior.
A Alemanha responsável por 5% das exportações dos móveis brasileiros, comprou o equivalente a US$17.669.736, variação de 41%, tendo comprado quatro milhões a mais que no último período.
Estados
O Rio Grande do Sul exportou em móveis o total de US$ 108.342.757 de janeiro a maio de 2007, índice positivo de 8,4%, continua apresentando resultado melhor do que as exportações brasileiras de móveis.
As exportações gaúchas do
setor para os Estados Unidos totalizaram US$ 12.664.589, queda de -35,2%, no
período anterior a queda foi de -33,9%,
porém, o estado vendeu dois milhões a mais que no período de janeiro a
abril de 2007 para os estadunidenses.
O Reino Unido foi
responsável por 15% das vendas externas de móveis gaúchos, comprou US$ 16.508.141,
de janeiro a maio de 2007, 16,3% a mais que no mesmo período do ano passado.
A Colômbia participa com 3%
do total exportado pelo setor moveleiro gaúcho, nos cinco primeiros meses do
ano comprou US$ 2.735.064, significativa variação de 290,5%.
O estado Catarinense exportou US$ 148.261.924, de janeiro a maio, tendo vendido trinta e dois milhões a mais que no mês anterior. Os catarinenses participam com 38% do total das vendas externas do setor moveleiro, seguido pelo Rio Grande do Sul com 28% e São Paulo com 13%.
Minas Gerais variou 13,7% uma melhora de 5% em relação ao período anterior.
Já o estado baiano teve índice negativo de -2,5%, ainda assim, apresentou melhora ante variação negativa de -4% no período anterior.








