Governo do ES reduz ICMS da indústria de móveis
Por outro lado, as empresas beneficiadas terão que ampliar os negócios, gerar emprego e qualificar os profissionais.
O governo do Estado assinou decreto na quarta-feira (21/11) reduzindo a alíquota de ICMS das indústrias capixabas de móveis encomendados de 17% para 5,61%. São mais de 700 empresas, a maioria localizada na região Centro Sul do Espírito Santo, além de Linhares e Colatina, no Norte capixaba. O setor emprega cerca de 8,5 mil pessoas.
Para o presidente do Sindicato das Indústrias Moveleiras do Espírito Santo, Álvaro Miranda, o acordo é importante para que o setor moveleiro capixaba possa competir com produtos de outros Estados, principalmente do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Bahia.
O Contrato de Competitividade foi assinado no Palácio Anchieta com os presidentes dos sindicatos das indústrias de Madeiras e Atividades Correlatas em Geral da região Centro Sul do Estado (Sindmadeira), Álvaro Miranda; de Serrarias, Carpintarias, de Marcenaria, de Móveis de Linhares (Sindimol), Ademilse Guidini; de Serrarias, Carpintarias, Madeiras, Compensados, Marcenaria de Colatina (Sindimóveis), Mário Sérgio.
O secretário de Estado de Desenvolvimento, Guilherme Dias, pediu em troca da redução da carga tributária aumento de 10% no faturamento e crescimento anual de 5% na geração de empregos no setor. O secretário acredita que este seja um momento importante para a indústria moveleira capixaba pelo grande crescimento do mercado mobiliário do Estado.
Na cerimônia, o governador, Sr. Hartung, destacou a criação dos programas Compete-ES e o Invest-ES, que têm como objetivo incentivar a competitividade do Espírito Santo. “Eles têm a ver com o novo Estado que estamos construindo".
Hartung lembrou que o Estado hoje é o primeiro em arrecadação do Brasil, sem a efetivação de aumento de impostos. Além disso, o Espírito Santo ocupa o primeiro lugar no ranking de crescimento dos investimentos feitos com recursos próprios no país, com um percentual superior a 16%.
Fonte: http://gazetaonline.globo.com








