No final, Bolsas recuperam fôlego
O desastre entrevisto nas primeiras horas da rodada de negócios de ontem não se materializou e as Bolsas de Valores tiveram perdas somente moderadas em boa parte das praças financeiras. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que também abriu com forte retração, encerrou o dia com uma modesta baixa de 0,24%, aos 67.005 pontos. O giro financeiro foi de R$ 7,4 bilhões.
A exceção mais evidente foi a Bolsa de Tóquio, que desabou 10,5%. Terceira maior economia mundial, o Japão enfrente as consequências sociais e econômicas de uma catástrofe natural, agravada por problemas em suas usinas nucleares.
Pela manhã, a possibilidade de um vazamento de grandes proporções levou pânico aos mercados. Mais tarde, a agência nuclear das Nações Unidas apontou uma queda nos níveis de radiação na usina mais danificada, o que ajudou a tranquilizar os ânimos, ainda que de forma relativa.
Analistas também mencionaram o tom um pouco mais otimista do Federal Reserve, o banco central dos EUA, como um dos fatores que contribuíram para desacelerar a queda nos mercados financeiros.
As Bolsas europeias desvalorizaram 2,5%, no caso de Paris, e 3,18%, na praça de Frankfurt, nos piores casos. Nos EUA, a Bolsa de Nova York, que chegou a cair mais de 2%, fechou com recuo de 1,15%.
Leia notícia na íntegra aqui
Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=42444 (16/03/2011)








