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Comitê apresenta gargalos e aponta caminhos

Infraestrutura e logística, qualificação da mão de obra, e tributação abusiva são os principais gargalos da cadeia produtiva de base florestal, celulose, papel, papelão e móveis do Rio Grande do Sul. Os temas foram levantados na maioria das explanações de lideranças do setor que estiveram reunidas para o 9º encontro do comitê mantido pela FIERGS, na última quinta-feira, 04.

Representantes das entidades participantes do Comitê da Indústria de Base Florestal e Moveleira discutiram demandas e problemas que atingem cada um dos segmentos em uma tarde de troca de ideias e definição de estratégias para vencer os desafios que se avizinham, no Plenário Mercosul da FIERGS, em Porto Alegre. O conselheiro da MOVERGS, Luís Atílio Troes, preside o comitê e foi responsável pela coordenação dos trabalhos.

“As entidades apresentaram gargalos que não diferem muito entre si, as dificuldades de todos são praticamente as mesmas. Para o setor de móveis especificamente a falta de uma política para as exportações é um ponto que preocupa”, explica o presidente da MOVERGS, Ivo Cansan.

O presidente da Ageflor, Leonel Freitas Menezes, o vice-presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Madeira da Abimaq, Ronald Castro Obrusnik, o presidente do Sinpasul, Walter Rudi Christmann e o presidente do Sindimadeira, Serafin Quissini, integraram o rol de autoridades que levaram os gargalos constatados em encontros internos com empresários de cada segmento da cadeia produtiva de base florestal, celulose, papel, papelão e móveis.

O engenheiro florestal Joésio Deoclécio Perin Siqueira fechou a tarde de trabalho com a palestra “Os Conflitos Institucionais da Gestão da Cadeia Produtiva de Base Florestal e Moveleira no Brasil”. 

 

Fonte: Exata Comunicação e Eventos (05/11/2010)

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