Emprego Industrial cresce 0,2% em maio
No mês de maio o emprego industrial teve aumento de 0,2% em relação a abril. Há dois meses consecutivos este índice é positivo e acumula 0,6% de expansão. Porém, comparando com o ano de 2005 os números permanecem negativos: -0,4% em relação a maio do ano passado, -0,6% no acumulado do ano e -0,2% no acumulado dos últimos doze meses.
" Em relação a maio de 2005, emprego industrial cai em oito das 14 áreas pesquisadas
Em relação a maio de 2005, a taxa de -0,4% foi determinada, sobretudo, pela redução do emprego em oito dos quatorze locais e em onze das dezoito atividades. Em termos regionais, destacaram-se Rio Grande do Sul (-7,6%), Paraná (-4,0%) e região Nordeste (-2,4%). Os principais responsáveis pelos resultados negativos nos três locais foram, respectivamente: calçados e artigos de couro (-14,8%); madeira (-16,9%) e vestuário (-7,2%). No índice nacional, calçados e artigos de couro (-11,4%) e máquinas e equipamentos (-6,5%) foram os principais impactos negativos.
Entre as indústrias que pressionaram positivamente o índice geral, no total do país, vale citar os segmentos de alimentos e bebidas (8,5%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (6,8%). Regionalmente, os principais impactos positivos vieram da região Norte e Centro-Oeste (9,8%) e de São Paulo (0,6%), influenciados, sobretudo, pelos resultados de alimentos e bebidas (27,1% e 13,8%, respectivamente).
No indicador acumulado (janeiro-maio), observou-se redução de 0,6% no
contingente de trabalhadores. Entre os nove locais onde as demissões
superaram as admissões, as contribuições negativas mais significativas
vieram do Rio Grande do Sul (-8,9%), região Nordeste (-3,1%) e Paraná
(-3,5%). Por outro lado, região Norte e Centro-Oeste (9,7%) e São Paulo
(0,7%) registraram as principais influências positivas no resultado
geral. Em nível nacional, o emprego reduziu-se em dez segmentos e os
principais impactos negativos ficaram com calçados e artigos de couro
(-13,2%) e máquinas e equipamentos (-8,1%). Por outro lado,
destacaram-se os acréscimos assinalados em alimentos e bebidas (9,0%) e
máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (5,6%). Vale
ainda registrar que, na passagem de abril (0,0%) para maio (-0,2%), o
indicador acumulado nos últimos doze meses permanece em trajetória
decrescente."
Fonte: http://www.ibge.gov.br/ - 14/7/2006








