Ferramentas Pessoais
Você está aqui: Página Inicial Mercado Governo da China defende redução de superávit comercial com os EUA
Acessar


Esqueceu sua senha?
 

Governo da China defende redução de superávit comercial com os EUA

O governo chinês defendeu uma redução de seu superávit comercial com os EUA em 2007, segundo reportagem da agência chinesa de notícias Xinhua.

Governo da China defende redução de superávit comercial com os EUA

Yuan chinês e o Dólar americano

"Segundo o jornal, a defesa da medida foi feita em um plano de programa econômico para 2007, divulgado poucos dias antes da visita do secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson. O plano prevê um aumento expressivo das importações e medidas para estimular o consumo doméstico.

'Os líderes chineses prometeram redobrar esforços para expandir vigorosamente as importações e os investimentos no exterior', diz a agência chinesa. O equilíbrio do balança de pagamentos internacionais será 'um dos principais objetivos para o próximo ano', diz a reportagem.

Paulson deve se encontrar com líderes chineses na próxima semana para discutir, entre outros assuntos, o comércio entre os dois países. O secretário deve também abordar a questão do câmbio entre o dólar e o yuan (moeda chinesa): os empresários americanos alegam que o governo chinês mantém sua taxa de câmbio artificialmente desvalorizada, prejudicando a competitividade dos produtos americanos nos mercados mundiais.

O governo chinês já adotou neste ano medidas para conter seu crescimento econômico - só neste ano a economia do país acumulou, entre janeiro e setembro, um crescimento de 10,7% na comparação anual.

Entre as medidas estão restrições a empréstimos bancários para investimentos nos setores produtivo e imobiliário, além de duas altas em sua taxa de juros.

O plano divulgado nesta sexta-feira não traz uma meta de crescimento, destaca a Xinhua. Na balança comercial, no entanto, a expectativa do governo é de um novo recorde para este ano - US$ 168 bilhões. Além disso, informa que o consumo doméstico chinês respondeu por 51,1% da atividade econômica do país nos três primeiros trimestres deste ano."


Fonte: http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2692782&sub=Economia - 08/12/2006

Ações do documento