Made in Brasília
A terceira edição do Salão do Móvel promete surpreender o público com produtos de ótima qualidade, design arrojado e preços bastante convidativos.
Entre os dias 23 e 26 de outubro acontece o III Salão Móvel de
Brasília. Uma iniciativa do Sindicato das Indústrias da Madeira e do
Mobiliário de Brasília (Sindimam) em parceria com o Serviço Brasileiro
de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae/DF).
Segundo o presidente do Sindimam, José Maria de Jesus, o salão tem como
principal objetivo a visibilidade para a indústria local. “Hoje a
indústria moveleira no Distrito Federal gera 7 mil empregos diretos e
movimenta, por mês, R$ 5,5 milhões”, diz.
Ainda de acordo com
ele, existem no mercado de Brasília 380 empresas moveleiras
registradas. “O salão é uma forma de incentivar os empresários da
cidade, além de mostrar ao público o design arrojado, a variedade e
qualidade dos produtos capazes de atender aos consumidores mais
exigentes”, acentua.
Ao todo serão 30 empresas de móveis para
cozinha, sala de estar, sala de jantar, dormitórios, escritórios, home
theaters, bares, jardins, entre outros.
Participações e lançamentos
José
Luiz Dias, proprietário da German, conta que sua participação pretende
divulgar os lançamentos da marca, além de fortalecer a indústria
moveleira do DF e divulgar sua empresa. Já a Kollemann, outra empresa
que tem participação garantida no evento, apresentará armários
planejados para ambientes diversos. A empresária Marta Souza antecipa
que levará para o salão as últimas tendências em ferragens, gavetas
corrediças e portas dobradiças. Ela mostrará ao público um quarto de
casal com home theater, projeto do arquiteto Samuel Lima. “É a segunda
vez que participo e a primeira edição foi ótima. Vendi todo o
showroom”, comemora.
Marconi de Oliveira, dono da Kaizen
Movelaria, lembra que participar do salão dá credibilidade junto ao
consumidor. “É um evento que mostra empresas locais fabricando produtos
para pessoas que moram na cidade, e que precisam saber o que a
indústria moveleira de Brasília é capaz de produzir”, ressalta. Marconi
participa do salão desde a primeira edição e garante que o retorno é
certo. “Pode não ser imediato, mas temos um resultado acima do
esperado. Recebi ligações de pessoas que visitaram o meu estande no
decorrer dos meses”. Ele revela que para a mostra apresentará um painel
para TV e home theater.
O empresário Humberto Barbacena, um dos
sócios da loja Cores e Fibras, comenta que se surpreendeu com o
resultado da edição passada. “Um ano depois de expormos, continuamos a
atender clientes que nos procuram em função do catálogo que
distribuímos no evento”, conta. Para este ano, ele promete produtos
com design arrojado. Serão aproximadamente 10 modelos novos para móveis
de varanda, assinados pela designer e sócia Lisianni Sandri.
Também
participam da terceira edição da mostra as empresas Talentus
Esquadrias, WR Consultoria e Execução em Madeira, Styllus Móveis,
Santos Ambientes, Mobjeto, Hépoca Armários e Serviços, Quality
Indústria e Comércio de Móveis, Bomtempo Móveis, Zetha Móveis, MS
Móveis, entre outros.
Talentos da cidade
A
grande novidade deste ano no III Salão Móvel de Brasília é o 1º
Concurso de Design de Produtos Moveleiros do Distrito Federal. Além de
promover o desenvolvimento da indústria moveleira do DF, a iniciativa
pretende instigar o interesse para o design e a inovação de produtos,
por meio do trabalho de profissionais e de estudantes das escolas
técnicas ou superiores que desenvolvem atividades ligadas ao desenho
industrial em Brasília. O concurso visa também impulsionar a adoção de
novas soluções de arte e tecnologia, proporcionar a revelação de novos
talentos e, dessa forma, contribuir para o reconhecimento da
importância do design dentro das empresas do ramo moveleiro.
Eliton
Brandão, coordenador do curso de design de interiores do Iesb, explica
que em uma semana de lançamento do concurso, mais de 20 estudantes se
inscreveram. “É uma oportunidade para mostrar o potencial criativo dos
alunos. Além disso, todos que participarem terão uma atividade
complementar ao Iesb, que contará no currículo”, diz ele. A capacidade
de solucionar problemas reais nos níveis formal, funcional, técnico,
estético e operativo do mobiliário, também será avaliada pelos jurados.
A partir desse reconhecimento, o concurso espera obter um resultado
positivo no crescimento moveleiro.
Fonte: http://www.jornaldacomunidade.com.br/?idpaginas=15&idmaterias=358845








