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O nono mês

Bem-vindos a junho, o 9º mês da crise - 9º e último.

Yes. Todas as crises recentes duraram exatamente nove meses, dando à luz depois a rcuperação geral dos negócios. É que o animal chamado mercado não aguenta ficar dez meses parado no meio da pista ou em marcha à ré, pura e simplesmente.

Ele reage por sua própria conta e risco, gerando a reversão da reversão das expectativas. É o fim da sinistrose.

Os Estados Unidos estão parando de piorar. A Europa já está piorando cada vez menos e o restante da economia global volta a engatar a segunda marcha. Na China, a quarta marcha, com PIB de 8%.

Vai daí que as bolsas abrem junho subindo de 2% a 4% na Ásia, na Europa e nos Estados Unidos. A de São Paulo contentou-se com 2.,4%, voltando a flutuar perto dos 54,5 mil pontos de valorização, ela que já era, desde março, a bolsa mais valorizada do mundo.

E o dólar, que detesta boas notícias e vem entrando, sem muita cerimônia, no Brasil, abriu o dia cotado a R$ 1,897e fechou a R$ 1,95,  a cotação mais baixa desde 1º de outubro do ano passado. Foi a sétima baixa seguida.

Sobre a crise dos nove meses, é bom lembrar que são três meses de choque, três de acomodação e três de reversão. Foi assim nas crises globais de 1990, de 1997, de 2000 (bolha da internet), de 2001 (apagão no Brasil), no 11 de setembro e agora nesta crise, de carater meramente especualtivo.

Ou seja, sem caráter.

Fonte: http://www.joelmirbeting.com.br

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