Varejo: Móveis e eletrodomésticos são mais vendidos
Com aumento de 19,6% nas vendas em julho em relação a igual mês de 2007, móveis e eletrodomésticos foi, pelo segundo mês consecutivo, o principal responsável pela formação do índice do comércio varejista, com 28%.
As informações fazem parte da pesquisa sobre Comércio Varejista divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O segmento de hipermercados, supermercados, produtos
alimentícios, bebidas e fumo teve a segunda maior contribuição com alta
de 5,4% nas vendas em julho, sobre igual mês do ano anterior, e
responsável por 24% do total do comércio. Segundo o IBGE, esse
resultado, abaixo do comportamento médio do varejo, pode estar ainda
refletindo o efeito da inflação sobre o consumo de produtos
alimentícios.
A atividade de outros artigos de uso pessoal e doméstico, que
engloba segmentos como lojas de departamentos, ótica, joalheria,
artigos esportivos, brinquedos etc., exerceu o terceiro maior impacto,
com elevação de 21,3% nas vendas entre julho de 2008 e julho de 2007 e
responsável por 15% da taxa geral. Esse resultado mostra que a
atividade continua sendo influenciada pelo quadro geral positivo da
economia.
A quarta maior contribuição para o resultado positivo do varejo,
em julho, coube ao segmento de combustíveis e lubrificantes, com 15%
nas vendas em relação a julho de 2007 e respondendo por 14,5% da taxa
global.
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, com
a quinta maior participação, cresceu 15,1% na comparação com julho do
ano passado. O segmento de tecidos, vestuário e calçados expandiu o
volume de vendas em 8,4% com relação a igual mês do ano anterior e foi
responsável pela sexta maior taxa. Logo atrás vem o segmento de
Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação,
responsável pelo sétimo maior impacto na formação da taxa global, com
acréscimo de 20,6% no volume de vendas em julho sobre igual mês do ano
anterior.
Por último está livros, jornais, revistas e papelaria que exerceu
mais uma vez a menor influência no resultado do varejo, com crescimento
de 10,1%.
(Redação - InvestNews)
Fonte: http://www.investnews.com.br/IN_News.aspx?Parms=2069791,43,1








