56% das empresas que precisam emitir NF-e desde 01/10 ainda não têm certificado digital
Iniciada a obrigatoriedade
de a emitir eletronicamente suas Notas Fiscais de mercadorias, 56% das
empresas abrangidas ainda não estão com o seu Certificado Digital NF-e
em mãos. Desde 1º de outubro, empresas com atividades estabelecidas por
257 CNAEs (Código Nacional de Atividade Econômica) deverão passar a
emitir Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). “A adesão de 44 % está bem acima
do que verificamos em levas anteriores, mas, de todo modo, mais da
metade do contingente ainda precisa providenciar o seu Certificado
Digital NF-e, e essa é a parte mais simples do processo”, afirma Igor
Ramos Rocha, presidente de Negócios de Identidade Digital da Serasa
Experian. Um dos motivos que podem ter favorecido esse aumento na adesão,
comparativamente a movimentos anteriores, na opinião de Igor Rocha, é a
repercussão positiva por parte das empresas já participantes da NF-e.
São, atualmente, cerca de 294 mil empresas, de acordo com dados do
Ministério da Fazenda, responsáveis, em todo o Brasil, por quase 1,5
bilhão de NF-e autorizadas, que movimentaram quase 32 trilhões de reais
em mercadorias. O executivo explica que a emissão eletrônica de Nota Fiscal não é a
simples transposição para o meio virtual do documento em papel. “A NF-e é
um processo que necessita de adequação de sistemas, o que, dependendo
do volume de notas e das características de cada empresa, pode demorar
até meses”, diz Igor Rocha. As empresas que quiserem conferir a data de sua adesão à NF-e podem
acessar, sem necessidade de cadastro e gratuitamente, o site
certificadodigital.com.br/nfe. Lá encontrarão um aplicativo de internet
por meio do qual, informando o seu CNAE, ou o nome ou parte do nome do
ramo de atividade, e instantaneamente podem conferir a data. O
aplicativo foi desenvolvido pela Serasa Experian para facilitar às
empresas o acesso a essa informação. Fonte: http://www.incorporativa.com.br (04/10/2010)
“A NF-e promove o que chamamos de desmaterialização de processos, isto
é, transforma em eletrônico um processo estruturado em papéis, o que não
significa apenas a eliminação do papel, mas uma revolução na logística
do processo, incluindo a transmissão eletrônica, o armazenamento. E as
empresas têm percebido muitos benefícios, como redução de custos e
prazos”, analisa o executivo da Serasa Experian.








