Curitiba deverá ter um APL de softwares
Criar uma marca para a exportação de softwares é um dos objetivos do Arranjo Produtivo Local (APL) de softwares que vem sendo montado em Curitiba.
A partir da constituição de um plano estratégico em conjunto, as empresas do setor poderão expandir sua presença no mercado nacional e internacional. “A idéia é que o APL seja como um guarda-chuva, proporcionando competitividade redobrada a várias empresas e instituições relacionadas ao setor”, explica Rainer Junges, consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Paraná.
Quase 50 empresas já manifestaram interesse em participar do APL – e pelo menos 10 já confirmaram participação. Mesmo assim, a iniciativa ainda precisa superar alguns obstáculos para sair do papel. “Apesar do interesse, ainda foram definidas poucas metas e meios de atingi-las. Poucos empresários sabem o porquê de existir um APL”, admite Junges. O consultor acredita que, com a criação do arranjo, as empresas de software de Curitiba e Região Metropolitana terão maior facilidade para captar recursos junto à Finep (Financiadora de Estudos e projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia). Além disso, as empresas conseguiriam ganhos significativos com a redução de custos de estrutura. “Com o APL, eles poderão ter uma central única de compras, banco de recursos humanos e assessoria jurídica centralizadas”, exemplifica.
A região de Curitiba foi escolhida para acolher a APL de softwares devido à concentração de empresas do setor e instituições de ensino especializadas na área. A principal incentivadora da APL é a Curitiba S.A – órgão de administração municipal responsável pelo desenvolvimento econômico da capital paranaense. Nesta quarta-feira, a empresa promoverá um debate na Federação das Indústrias do Paraná para definir os rumos do futuro APL.Fonte: Fernanda Arechavaleta, <http://mail.google.com/mail/?auth=DQAAAHMAAADJaGwAm4XTZUPSJzv 07/03/2007








