Galvanoplastia - 19/06/2006
De acordo com o dicionário Rosseti de química, podemos definir galvanoplastia como a tecnologia responsável pela transferência de íons metálicos de uma dada superfície sólida ou meio líquido denominado eletrólito, para outra superfície, seja ela metálica ou não. Este processo usa a corrente elétrica, sendo chamado de “eletrólise”.
Galvanoplastia
A galvanoplastia é um tratamento de superfície que consiste em depositar
um metal sobre outro, através da
redução química ou eletrolítica para proteção, melhor condutividade e melhor
capacitação para se soldar sobre a superfície tratada. Outras aplicações são:
para melhorar a aparência, aglutinar partículas não condutoras à camada
eletrodepositada, resistência ao atrito, melhorar a dureza superficial, entre
outras. A eletrodeposição ou galvanoplastia
De acordo com o dicionário Rosseti de química, podemos definir galvanoplastia como a tecnologia responsável pela transferência de íons metálicos de uma dada superfície sólida ou meio líquido denominado eletrólito, para outra superfície, seja ela metálica ou não. Este processo usa a corrente elétrica, sendo chamado de “eletrólise”.
A galvanoplastia foi desenvolvida por Galvani, físico e químico que fazia estudos sobre a eletricidade.
A eletrodeposição está relacionada ao revestimento de superfícies, é esse o processo utilizado na prateação, na niquelação, na cromação, etc.
O objeto a ser revestido, durante a eletrodeposição, deve estar ligado ao pólo negativo do gerador, constituindo o cátodo. Podemos, por exemplo, aplicar um banho de ouro ou prata (douração e prateação) num anel feito de alumínio. O anel será o cátodo, que estará ligado ao pólo negativo do gerador; ligada ao pólo positivo deverá haver uma lâmina de ouro.
Esses eletrodos devem estar mergulhados numa solução aquosa de um sal de ouro, por exemplo, o nitrato de ouro III [ Au(NO3)3]
Auà{ Au3+ + 3e- } pólo negativo (semi-reação no cátodo – reduçã Au3+ + 3e- } pào ) { Au ólo positivo ( semi-reação no ânodo – oxidação )
Também poderíamos usar um eletrodo inerte (platina) no ânodo, o anel de alumínio no cátodo e uma solução aquosa de Au(NO3)3, nesse caso a deposição de ouro sobre o anel não se origina no ânodo, o ouro esta presente na solução, e então, é 2 H+ +àconveniente que ela esteja concentrada:{ H2O ½ O2 + 2e- } pólo positivo ( semi-reação no ânodo – oxidaçã Au } pào) { Au3+ + 3e- ólo negativo ( semi-reação no cátodo – redução )
Se desejamos fazer a cromação de um para-choque de ferro, ele deve estar ligado ao pólo negativo do gerador, constituindo o cátodo. Já o eletrodo positivo deve ser uma barra de cromo, ou, então, o eletrodo deve ser inerte e a solução eletrolítica deve conter um sal de cromo ( Cr3+). Industrialmente, o processo de cromação de para-choques de automóveis é feito em três etapas: • Cobreação • Niquelação e • Cromação. Isso tem a finalidade de dar maior aderência ao cromo, evitando que o para-choque descasque e perca a cromação.
No processo de galvanoplastia as reações não são espontâneas, então é necessário fornecer energia elétrica para que ocorra a deposição dos elétrons (eletrólise). A galvanoplastia é, portanto, um processo de eletrodeposição no qual o objeto que vai receber o revestimento metálico é ligado ao pólo negativo de uma fonte de corrente contínua e se torna cátodo. O metal que vai dar o revestimento é ligado ao pólo positivo e vai ser o ânodo. O objeto a ser revestido deverá conduzir corrente elétrica. No caso do objeto ser de plástico, que não é um bom condutor, um tratamento superficial o tornará condutor. Há ainda o problema da aderência de um metal no outro. Para que a película do metal se ligue à base, além de perfeita limpeza e desengraxe, é preciso conhecer a natureza dos metais.
Fonte: www.wikipedia.org - 19/06/2006








