Glossário de Madeira e Móveis - D
DEBRUM
Fita que se cose dobrada sobre a orla de um tecido para guarnecê-lo ou segurar-lhe a trama.
DEFEITO
Imperfeição que afeta as propriedades ou uso da peça de madeira.
DEFEITO DE SECAGEM
Defeito de uma peça de madeira ocasionado por tensões que se desenvolvem durante sua secagem.
DENSIDADE APARENTE
Relação entre o peso de determinado volume de madeira e o peso de igual volume de água.
DESBASTADORA ver DESENGROSSADEIRA
DESBASTE
Operação manual ou mecânica que tem por finalidade dimensionar a espessura e a largura de uma peça de madeira.
DESBITOLAMENTO
Variação na espessura e na largura da peça de madeira, ocasionada por serragem mal feita.
DESCOLAGEM ver DESLAMINAÇÃO
DESCOLORAÇÃO ver BRANQUEAMENTO
DESEMPENADEIRA
Máquina destinada a desempenar a superfície da madeira, preparando-a para o desbaste (ver também DESEMPENO).
DESEMPENO
Operação manual ou mecânica que elimina a deformação de uma peça de madeira (ver também EMPENO).
DESENGROSSADEIRA
Máquina usada para dimensionar a espessura e a largura de uma peça de madeira, deixando-a plana e uniforme.
DESENGROSSADEIRA DUAS FACES
Desengrossadeira dotada de uma ferramenta superior e uma inferior, permitindo uma usinagem simultânea de duas faces de uma peça de madeira (ver também DESENGROSSADEIRA).
DESENGROSSADEIRA QUATRO FACES
Desengrossadeira com uma ferramenta superior, uma inferior e duas ferramentas laterais verticais, possibilitando a usinagem simultânea das quatro faces de uma peça de madeira (ver também DESENGROSSADEIRA).
DESENGROSSADEIRA TRÊS FACES
Desengrossadeira dotada de uma ferramenta superior e duas ferramentas laterais verticais, possibilitando a usinagem simultânea de três faces de uma peça de madeira (ver também DESENGROSSADEIRA).
DESENGROSSO ver DESBASTE
DESLAMINAÇÃO
Separação das lâminas devido à falha de colagem.
DESTOPADEIRA
Máquina que corta transversalmente uma peça de madeira, através de um disco de serra.
DICOTILEDÔNEA
Espécime das dicotiledôneas que é uma classe das angiospermas caracterizada pelo embrião provido de dois cotilédones e ainda pelas seguintes características principais: raiz axial e estrutura secundária.
DIMENSÃO ABSOLUTA
Medida que as peças de madeira serrada têm no ato da classificação (espessura, largura ou comprimento).
DIMENSÃO EFETIVA ver DIMENSÃO ABSOLUTA
DIMENSÃO REAL ver DIMENSÃO ABSOLUTA
DISCO ABRASIVO
Lixa cujo suporte é de forma circular.
DIVÃ
Espécie de sofá sem encosto, nem braços, que se pode utilizar como cama.
DIVISÓRIA
Painel colocado no interior de um móvel, no todo ou em parte da sua altura, para isolar dois compartimentos.
DOBRADIÇA
Acessório utilizado nas portas ou peças que necessitam de articulação.
DORMENTE
Peça fixa de madeira, colocada transversalmente sob outras peças de mesma aparência, que tem determinadas propriedades físicas e mecânicas e que apresenta resistência ao apodrecimento nas condições normais, ou com tratamento posterior. Utilizado para assentar e fixar assoalhos e também trilhos nas estradas de ferro.
DORMENTE BROCADO
Dormente que apresenta furos de broca da madeira.
DORMENTE CASADO
Dormente que foi extraído com outro, de uma mesma seção de tronco da árvore.
DORMENTE CINTADO
Dormente munido de cinta de dormente (ver também CINTA DE DORMENTE).
DORMENTE COM PROTEÇÃO DE TOPO
Dormente que recebeu proteção de topo, mediante cinta ou grampo anti-rachante.
DORMENTE DE CERNE
Dormente que é extraído do cerne do lenho.
DORMENTE DE MADEIRA ver DORMENTE
DORMENTE DESQUINADO
Dormente com falta total ou parcial de quina viva.
DORMENTE ENTALHADO
Dormente em que foram feitos entalhes.
DORMENTE ESMOADO
Dormente com quina morta (ver também QUINA).
DORMENTE ESPECIAL
Dormente especialmente dimensionado para emprego em pontes ou em aparelhos de mudança de via.
DORMENTE FALQUEJADO ver DORMENTE LAVRADO
DORMENTE FURADO
Dormente no qual foram feitos furos para receber prego de linha ou grampo elástico.
DORMENTE LAVRADO
Dormente que é obtido por falquejo e que tem os topos serrados (ver também FALQUEJO).
DORMENTE PRESERVADO ver DORMENTE TRATADO
DORMENTE ROLIÇO
Dormente obtido por retirada da casca e que tem os topos serrados.
DORMENTE SERRADO
Dormente em que pelo menos as faces superior e inferior e as de topo são obtidas por serração.
DORMENTE SOLTEIRO
Dormente que é tirado da árvore cuja seção só admite a extração de um dormente.
DORMENTE SULCADO
Dormente no qual foram feitos sulcos (ver também SULCOS).
DORMENTE TRATADO
Dormente geralmente de madeira branca, submetido a tratamento.
DORMENTE VENTADO
Dormente que apresenta, na face do topo, fendas radiais, que partem do centro, sem atingir a periferia.
DURABILIDADE
Propriedade da madeira de resistir ao apodrecimento, quando exposta ao ataque dos agentes de deterioração, em ambiente mais propício ao ataque deles.
DURAÇÃO
Período de tempo em que a madeira in natura pode permanecer em serviço, observadas as normas de utilização.
DURAME ver CERNE
DURAMENIZAÇÃO









