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Glossário de Madeira e Móveis - T



TABELA PSICOMÉTRICA

Tabela que serve para determinar a umidade relativa do ar a partir das leituras de um psicrômetro (ver também PSICRÔMETRO).

 

TABICA

Cunha que se encrava no topo de uma madeira que se está serrando, a fim de facilitar a serragem.

 

TABIQUE ver SARRAFO

 

TABLADO ver ESTRADO

 

TÁBUA

Peça de madeira de dimensões medianas e topo retangular, com a largura bem superior à espessura e o comprimento bem superior à largura.

 

TABUADO

Conjunto de peças de madeira unidas entre si ou colocadas lado a lado, que constituem forro de assoalho.

 

TACO

1. Pedaço de madeira que se embute na parede para receber pregos ou parafusos de fixação. 2. Pedaço de madeira de assoalho, usado para revestir pisos.

 

TACO LIXADOR

Bloco de cortiça, madeira ou borracha, sobre o qual se fixam folhas de lixa para madeira. Utilizado nos trabalhos de lixamento manual ou mecânico.

 

TACO LIXADOR PARA MOLDURA

Taco talhado na forma da peça a ser lixada, que serve para alojar a cinta abrasiva contra a moldura de madeira, na sua forma.

 

TALHADEIRA

Instrumento de aço para talhar.

 

TALISCA

Sarrafo pouco espesso que se embute nos encaixes feitos longitudinalmente entre dois pedaços de madeira.

 

TAMPO

Painel superior horizontal de um móvel.

 

 

TANGENCIAL

Seção longitudinal da madeira, perpendicular ao raio, e mais ou menos paralelo ao anel de crescimento (ver também SEÇÃO TANGENCIAL).

 

TAPA-POROS

Material utilizado para preencher os poros ou fendas da madeira, produzindo uma película contínua e espessa que, depois de seca e lixada, proporciona uma superfície lisa e uniforme.

 

TARUGO

Espécie de torno usado para ligar duas peças de madeira.

 

TEOR DE UMIDADE

Quantidade de água contida na madeira, expressa como uma porcentagem da massa de madeira seca.

 

TERMÔMETRO

Instrumento de medição de temperatura.

 

TERMÔMETRO DE BULBO SECO

Termômetro que, num psicrômetro, é utilizado com o bulbo ou elemento sensor mantido seco, com a finalidade de medir a temperatura da corrente de ar a qual está exposto.

 

TERMÔMETRO DE BULBO ÚMIDO

Termômetro que, num psicrômetro, é utilizado com o bulbo ou elemento sensor mantido umedecido, com a finalidade de avaliar a queda de temperatura ocasionada pela evaporação da água e, conseqüentemente, a capacidade de secagem ou umidade relativa da corrente de ar a qual está exposto.

 

TERMÔMETRO SECO ver TERMÔMETRO DE BULBO SECO

 

TERMÔMETRO ÚMIDO ver TERMÔMETRO DE BULBO ÚMIDO

 

TESTE DE TENSÕES INTERNAS ver TESTE-DO-GARFO

 

TESTE DO GARFO

Ensaio realizado em uma amostra de madeira para constatar a existência de tensões internas ou encruamento. Define a necessidade, ou não, de se iniciar ou continuar o tratamento de condicionamento, durante o processo de secagem.

 

TESTEMUNHA

Peça de madeira sem tratamento, de essência igual a tratada, que se assenta ao lado da peça tratada, nas mesmas condições. Serve para controlar períodos de tempos de apodrecimento de uma e outra, causado pelos agentes de deterioração.

 

TINGIDOR

Corante que serve para modificar a tonalidade original da madeira e realçar suas veias.

 

TIRANTE

Material utilizado para posicionar ou firmar o tecido sobre o sofá.

 

TOPEJAR

Operação de aplainar as extremidades das fibras da tábua de madeira.

 

TOPO

Superfície plana corresponde a seção transversal de cada extremo da peça, com ângulo de 90 graus ao sentido das fibras.

 

TORA

Porção do fuste comercial de uma árvore, destinada ao processamento industrial.

 

TORCIMENTO

Deformação helicoidal ou espiral, no sentido do eixo da peça de madeira (ver também EMPENO).

 

TORNEL

Cada uma das peças móveis que atravessam as testeiras da serra e nas quais se fixam as extremidades da lâmina da mesma serra.

 

TORNO

Máquina que serve para tornear peças que giram entre pontas ou cabeçotes, dando-lhes formas diversas, por meio de ferramentas próprias.

 

TORNO A GUILHOTINA

Torno copiador que torneia peças de madeira entre pontas. Possui uma guilhotina que desce após a passagem do carro porta-ferramentas, dando um melhor acabamento à peça.

 

TORNO AUTOMÁTICO

Torno que trabalha com um cabeçote provido de facas em todo o comprimento da peça de madeira, dando-lhe forma e diâmetros predeterminados automaticamente.

 

TORNO CABECEIRO

Torno usado para fazer meia-esfera ou chanfros em peças cilíndricas, como cabos de vassouras.

 

TORNO COPIADOR AUTOMÁTICO

Torno que trabalha por meio de fresas e gabarito copiador, podendo produzir várias peças de madeira ao mesmo tempo, lixando durante o corte automaticamente.

 

TORNO COPIADOR MANUAL

Torno que executa torneados cilíndricos, cônicos ou em outros formatos simétricos pelo sistema de cópias, mediante a colocação de gabaritos, isto é, com perfil correspondente ao contorno das peças desejadas. Produz os mais variados formatos em madeira, sem necessidade de mão-de-obra especializada. As peças são fixadas entre pontas por meio de um dispositivo de centragem. O torno trabalha com dois bedames colocados sobre o carro móvel que se desloca da direita para a esquerda, de maneira que o primeiro desbaste, deixando a peça cilíndrica, e o segundo copia o formato.

 

TORNO COPIADOR VERTICAL

Torno que trabalha com uma placa na posição horizontal, onde são fixadas as peças para serem torneadas. As ferramentas de corte são colocadas na posição vertical ou inclinadas. O torno copia a peça por meio de uma matriz colocada na barra de fixação na frente do torno, girando o carro da direita para a esquerda e vice-versa, com o auxílio de um volante. Sobre o carro há um braço, onde é fixado o suporte das navalhas e uma haste que se desloca sobre a matriz, copiando a peça por intermédio de navalhas de corte.

 

TORNO LIXADOR

Máquina que serve para lixar peças que giram entre pontas.

 

TORNO PALPEADOR

Torno que trabalha com peças fixas entre pontas. Funciona por meio de bedame desbastador, luneta, bedame copiador e o mecanismo palpeador hidrocopiante.

 

TORNO TUBULAR

Torno usado para fazer peças cilíndricas, como cabos de vassoura e cavilhas. Possui avanço automático e alimentação manual. Caracteriza-se por fazer com que as ferramentas de corte girem ao redor da peça. As peças entram paralelas com o eixo do torno, atravessando o centro do cabeçote em rotação.

 

TORO

Parte obtida pelo seccionamento transversal do tronco.

 

TRADINHA ver VERRUMA

 

TRATAMENTO PRECOCE

Tratamento protetivo feito na madeira com indícios de infestações.

 

TRAVE ver TRAVESSA

 

TRAVESSA

Peça estrutural disposta horizontalmente numa armação.

 

TRAVESSA INFERIOR

Travessa inferior de um quadro.

 

TRAVESSA INTERMEDIÁRIA

Travessa horizontal no interior de um quadro.

 

TRAVESSA SUPERIOR

Travessa superior de um quadro.

 

 

TREM DE COZINHA

Objeto, apetrecho de cozinha.

 

TRINCA

Ruptura da estrutura da madeira, com fenda perceptível a olho nu.

 

TRINCA SUPERFICIAL

Pequenas rachas superficiais que aparecem durante a secagem da madeira.

 

TRONCADEIRA ver DESTOPADEIRA

 

TRONCO ver CAULE

 

TUPIA

Máquina que executa operações com ferramentas cortantes, presas a um eixo vertical, que gira em alta velocidade. Consta de uma base, na qual se apóia um tampo. Tem a finalidade de executar perfis para molduras, ranhuras e rebaixos.

 

TUPIA COM EIXO INCLINÁVEL

Tupia dotada de um eixo que pode inclinar-se de um lado para outro em relação à mesa.

 

TUPIA COPIADORA

Tupia equipada por gabarito fixo ou giratório, utilizada para copiar peças de madeira.

 

TUPIA HORIZONTAL

Tupia cujo eixo porta-ferramentas é perpendicular à peça. Executa molduras sobre certos elementos côncavos ou hemisféricos de assentos, cadeiras ou bancos.

 

TUPIA MOLDUREIRA ver TUPIA

 

TUPIA RESPIGADEIRA

Tupia equipada de dispositivo com corrediças sobre uma haste de guias, que permite a fabricação de espigas.

 

TUPIA SUPERIOR

Tupia cujo eixo porta-ferramentas está preso na parte superior.

 

TUPIA VOLANTE ver TUPIA HORIZONTAL
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