São Paulo fecha suas fronteiras para madeira ilegal Amazônica
A Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, dentro do projeto estratégico de governo “São Paulo Amigo da Amazônia”, inaugura diversas medidas de combate ao desmatamento da Amazônia, coibindo a entrada e comercialização de madeira ilegal em seu território.
ordem é intensificar a fiscalização do transporte de madeira nativa,
principalmente a de origem Amazônica, nas divisas dos Estados do Mato Grosso do
Sul, Minas Gerais e demais divisas paulistas.
As operações serão
coordenadas pela Polícia Militar Ambiental, por meio das suas Unidades
Especializadas de Policiamento, em conjunto com o Instituto Florestal do Estado
e a Fundação Florestal, contando com o apoio das Policias Rodoviárias Estadual e
Federal.
A estratégia da operação é realizar bloqueios policiais de
fiscalização para conferência do documento de origem florestal (DOF) e da guia
florestal (GF), realizando de imediato a tipificação e identificação da madeira
transportada. Para isso, serão disponibilizados pelo Instituto Florestal e pela
Fundação Florestal corpo técnico especializado na identificação dos produtos,
que comporão os bloqueios juntamente com os Policiais Ambientais. As ações de
fiscalização serão realizadas rotineira e inopinadamente nos períodos diurno e
noturno, garantindo assim, a prevenção e repressão imediata dos delitos
cometidos contra o Meio Ambiente.
Estima-se que, anualmente, 24 milhões
de metros cúbicos de madeira em toras sejam extraídas da Floresta Amazônica, dos
quais, aproximadamente 15%, são absorvidos já desdobrados pelo mercado paulista.
O que torna o Estado de São Paulo o maior consumidor de madeira nativa amazônica
do mundo, perfazendo um total de 3 Milhões e 600 mil metros cúbicos distribuídos
em depósitos e consumidos pelos mais diversos setores da economia paulista.
O projeto “São Paulo Estado Amigo da Amazônia” nasceu de um compromisso
assumido pelo governo com a ONG ambientalista Greenpeace e prevê uma série de
outras iniciativas. Entre elas o consumo público responsável de madeira nativa
Amazônica, exigindo garantias de origem legal e estimulando a redução de seu uso
para fins descartáveis.
Como destaque, o governo incentivará a
utilização de madeira oriunda de florestas plantadas, assim como a valorizará de
empresas que utilizem madeira de origem sustentável.
Fonte: Greenpeace <http://www.remade.com.br/pt/noticia.php?num=3566>








